{"id":1918,"date":"2023-09-14T14:45:18","date_gmt":"2023-09-14T14:45:18","guid":{"rendered":"http:\/\/witty.pt\/quick-wins-na-adocao-de-software-por-parte-das-entidades-de-economia-social\/"},"modified":"2025-01-13T12:35:42","modified_gmt":"2025-01-13T12:35:42","slug":"quick-wins-na-adocao-de-software-por-parte-das-entidades-de-economia-social","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/witty.pt\/pt-pt\/quick-wins-na-adocao-de-software-por-parte-das-entidades-de-economia-social\/","title":{"rendered":"Quick wins na ado\u00e7\u00e3o de software por organiza\u00e7\u00f5es sociais"},"content":{"rendered":"<p>Pode ser um choque para alguns, mas n\u00e3o vejo que uma organiza\u00e7\u00e3o social seja assim t\u00e3o diferente de uma organiza\u00e7\u00e3o comercial no que diz respeito \u00e0s suas necessidades de software e, claro, nos ganhos que pode retirar de uma boa utiliza\u00e7\u00e3o das ferramentas certas.<\/p>\n<p>H\u00e1 obviamente especificidades mas, como cantava o Rui Veloso, <em>muito mais \u00e9 o que as une que aquilo que as separa.<\/em><\/p>\n<p>Se n\u00e3o, vejamos: \u00e9 fundamental para ambas conhecerem e comunicarem com os seus clientes (ou p\u00fablicos), ambas precisam de ter acesso a conhecimento que lhes permita tomar boas decis\u00f5es, ambas beneficiam em monitorizar o seu desempenho e resultados, ambas podem ter de prestar contas, ambas ganham em harmonizar m\u00e9todos de trabalho e em potenciar a colabora\u00e7\u00e3o entre trabalhadores, e ambas t\u00eam claras vantagens em reduzir o tempo gasto em tarefas manuais ou redundantes, entre outras semelhan\u00e7as.<\/p>\n<p>A grande diferen\u00e7a est\u00e1 entre organiza\u00e7\u00f5es preparadas para esta transforma\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00f5es em vias de prepara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Fatores de sucesso na implementa\u00e7\u00e3o de software<\/h2>\n<p>Antes de irmos a alguns ganhos (quase) imediatos que as organiza\u00e7\u00f5es sociais podem obter, \u00e9 importante perceber que o software s\u00f3 vai ajudar uma organiza\u00e7\u00e3o que est\u00e1 preparada para ser ajudada.<br \/>\nAssim, este caminho come\u00e7a bem antes de se come\u00e7ar a utilizar o software e de se come\u00e7ar a ver \u201cgr\u00e1ficos bonitos\u201d.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3>Compromisso da gest\u00e3o<\/h3>\n<p>Para uma plena ado\u00e7\u00e3o do software no m\u00e9dio e longo prazo (claro que o artigo fala de \u201cganhos r\u00e1pidos\u201d mas n\u00e3o tenhamos pressa) \u00e9 fundamental que a lideran\u00e7a esteja verdadeiramente comprometida com esta atitude.<\/p>\n<p>Este compromisso implica ter no\u00e7\u00e3o do Total Cost of Ownership (TCO), que n\u00e3o \u00e9 mais que a combina\u00e7\u00e3o dos custos diretos e indiretos que est\u00e3o implicados nesta ado\u00e7\u00e3o. Poder\u00e1 haver custos de licenciamento ou custos de consultoria, que ser\u00e3o custos financeiros bastante diretos, mas a gest\u00e3o deve estar preparada e confort\u00e1vel com o tempo que as suas equipas ter\u00e3o de investir em v\u00e1rios momentos desta caminhada, pois tanto a fase de desenvolvimento como a fase de aprendizagem ter\u00e3o a sua exig\u00eancia.<br \/>\n\u00c9 tamb\u00e9m \u00e0 gest\u00e3o que cabe, em primeiro lugar, a miss\u00e3o de constantemente fomentar e motivar para a boa ado\u00e7\u00e3o destas ferramentas.<\/p>\n<p>Se a lideran\u00e7a n\u00e3o est\u00e1 preparada para assumir estes custos e se n\u00e3o est\u00e1 comprometida com a sua defesa, ent\u00e3o talvez este ainda n\u00e3o seja o momento de dar o passo.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3>Perceber as necessidades e objetivos<\/h3>\n<p>Parece \u00f3bvio, mas antes de adotar qualquer ferramenta &#8211; ou conjunto de ferramentas &#8211; interessa perceber as necessidades e objetivos da organiza\u00e7\u00e3o. \u00c9 nesta fase que a lideran\u00e7a deve envolver os colaboradores, perceber as suas principais dores e preocupa\u00e7\u00f5es, e recolher contributos. Envolver os futuros utilizadores na fase de desenho da solu\u00e7\u00e3o a implementar \u00e9 uma parte importante para garantir que a solu\u00e7\u00e3o ser\u00e1 assertiva e bem acolhida.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3>Listar os requisitos<\/h3>\n<p>Feito o levantamento de necessidades e objetivos, incorporados os contributos e receios revelados pelos futuros utilizadores, \u00e9 agora tempo de criar uma lista de requisitos. \u00c9 importante priorizar esses requisitos e, se poss\u00edvel, escrever uma pequena user story desse requisito, descrevendo claramente em que medida \u00e9 esperado que o software cumpra o requisito.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3>Escolher o(s) software(s) certo(s)<\/h3>\n<p>S\u00f3 nesta fase faz sentido pensar em que solu\u00e7\u00f5es adotar. Para isso, h\u00e1 que definir em primeiro lugar quais ser\u00e3o os crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o e sele\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o. Estes crit\u00e9rios dependem de projeto para projeto, mas h\u00e1 alguns que devem estar sempre neste mix, tais como:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>a facilidade de utiliza\u00e7\u00e3o e a curva de aprendizagem necess\u00e1ria:<\/strong> ser\u00e1 suficientemente simples para ter uma boa aceita\u00e7\u00e3o por quem o vai utilizar?<\/li>\n<li><strong>a escalabilidade da solu\u00e7\u00e3o:<\/strong> \u00e9 capaz de se adaptar \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o que planeamos para os pr\u00f3ximos anos?<\/li>\n<li><strong>a necessidade de investimento:<\/strong> que custos tenho em adquirir e manter a solu\u00e7\u00e3o?<\/li>\n<li><strong>a compatibilidade com outras solu\u00e7\u00f5es:<\/strong> \u00e9 compat\u00edvel ou integr\u00e1vel com outras solu\u00e7\u00f5es que utilizo?<\/li>\n<li><strong>a exist\u00eancia de manuais de utiliza\u00e7\u00e3o e tutoriais:<\/strong> h\u00e1 literatura (ou outra forma de aprendizagem) dispon\u00edvel para f\u00e1cil consulta?<\/li>\n<\/ul>\n<p>Para al\u00e9m de uma pondera\u00e7\u00e3o destes crit\u00e9rios, a organiza\u00e7\u00e3o social deve procurar aprender, atrav\u00e9s de testemunhos ou contacto direto, com os erros e ganhos de outros pares, procurando perceber o que utilizam, o que recomendam e, especialmente, o que desaconselham e porqu\u00ea (aprender com os erros e m\u00e1s experi\u00eancias dos outros \u00e9 consideravelmente mais barato).<\/p>\n<p>Recorrer a especialistas em transforma\u00e7\u00e3o digital, com experi\u00eancia no setor, pode ser aconselh\u00e1vel, dependendo da complexidade, risco e investimento do projeto. Muitas solu\u00e7\u00f5es de software oferecem pre\u00e7os especiais para organiza\u00e7\u00f5es sociais, e quase todas oferecem per\u00edodos de teste gratuito. Procurem e aproveitem essas vantagens.<\/p>\n<p>Solu\u00e7\u00f5es \u00e0 medida s\u00e3o quase sempre desaconselhadas, pelo que representam em depend\u00eancia de um fornecedor e de custos futuros com desenvolvimento e manuten\u00e7\u00e3o, entre outros perigos. \u00c9 recomend\u00e1vel procurar solu\u00e7\u00f5es SaaS (software as a service) robustas, com provas dadas em casos de uso parecidos com o da organiza\u00e7\u00e3o social e, n\u00e3o \u00e9 demais sublinhar, com manuais, tutoriais e\/ou suporte dispon\u00edveis online.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3>Definir uma boa estrat\u00e9gia de dados<\/h3>\n<p>Em alguns projetos &#8211; sobretudo em bases de dados complexas que tenham o objetivo de conhecer a realidade de uma popula\u00e7\u00e3o ou de avaliar o impacto de uma interven\u00e7\u00e3o, por exemplo &#8211; as ferramentas s\u00f3 funcionar\u00e3o de acordo com o esperado se houver uma boa estrat\u00e9gia de dados, uma vez que n\u00e3o h\u00e1 bons outputs sem bons inputs.<\/p>\n<p>\u00c9 fundamental planear o modelo de dados da organiza\u00e7\u00e3o por forma a evitar redund\u00e2ncias e assoberbamentos, e nunca perdendo de vista o tipo de dados que precisa de analisar e o conhecimento que quer gerar. Deve ser um objetivo manter a estrutura de dados t\u00e3o \u2018magra\u2019 e objetiva quanto poss\u00edvel, tendo em mente que a qualidade da informa\u00e7\u00e3o n\u00e3o significa normalmente quantidade.<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3>Apostar em forma\u00e7\u00e3o e promover power users<\/h3>\n<p>Os momentos de forma\u00e7\u00e3o s\u00e3o fundamentais para uma boa ado\u00e7\u00e3o das solu\u00e7\u00f5es de software. Nem todos os utilizadores ter\u00e3o a mesma aptid\u00e3o para utilizar ferramentas digitais, por isso \u00e9 importante respeitar os ritmos de aprendizagem e garantir que todos os utilizadores est\u00e3o familiarizados com as tarefas que t\u00eam de desempenhar. Numa fase inicial, \u00e9 importante manter um canal de comunica\u00e7\u00e3o aberto para esclarecer d\u00favidas que possam surgir e monitorizar a ado\u00e7\u00e3o da solu\u00e7\u00e3o, certificando que est\u00e3o todos a bordo.<\/p>\n<p>Outra boa pr\u00e1tica \u00e9 promover power users. S\u00e3o pessoas que t\u00eam um conhecimento s\u00f3lido acerca dos processos da organiza\u00e7\u00e3o e est\u00e3o especialmente confort\u00e1veis com a utiliza\u00e7\u00e3o de ferramentas digitais. Ser\u00e3o eles os campe\u00f5es designados para a ado\u00e7\u00e3o interna da solu\u00e7\u00e3o, motivando e esclarecendo colegas mais c\u00e9ticos ou menos treinados. Este ponto \u00e9 t\u00e3o mais importante quanto maior \u00e9 a complexidade e relev\u00e2ncia da solu\u00e7\u00e3o no dia a dia da organiza\u00e7\u00e3o. Os power users s\u00e3o um fator cr\u00edtico de sucesso na implementa\u00e7\u00e3o de projetos complexos, pelo que, se for o caso, \u00e9 importante alocar algumas horas do seu hor\u00e1rio de trabalho a este tema, permitindo-lhes que se dediquem a estudar a ferramenta e a apoiar outros colegas.<\/p>\n<p>Quando um pouco acima falo de Total Cost of Ownership, \u00e9 tamb\u00e9m a este ponto que me refiro. Os momentos de forma\u00e7\u00e3o e as horas destes power users, devem ser contempladas como um investimento crucial na implementa\u00e7\u00e3o de algumas solu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Alguns ganhos r\u00e1pidos para as organiza\u00e7\u00f5es sociais<\/h2>\n<p>Mas afinal, com tantos fatores a ter em conta para o sucesso da implementa\u00e7\u00e3o de software, com o risco e o investimento associados, vale a pena entrar nesta caminhada de \u2018transformar\u2019 uma organiza\u00e7\u00e3o social?<br \/>\nSim.<\/p>\n<p>O que pode ganhar com isso?<br \/>\nDepende. Depende da natureza da organiza\u00e7\u00e3o, das suas necessidades e objetivos, dos softwares selecionados, da capacidade de investimento e dos recursos humanos da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No entanto, ficam aqui listados alguns quick wins comuns a quase todas as organiza\u00e7\u00f5es sociais:<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><\/h3>\n<h3>Profissionalizar o fundraising<\/h3>\n<p>A verdadeira mudan\u00e7a e impacto social ou ambiental requerem recursos: n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel mudar o mundo sem ter como pagar por isso.<\/p>\n<p>Se, por exemplo, como as empresas, as organiza\u00e7\u00f5es sociais precisam dos melhores do seu lado, t\u00eam de poder pagar por eles. Uma gest\u00e3o profissionalizada da angaria\u00e7\u00e3o de fundos \u00e9 decisiva para que uma organiza\u00e7\u00e3o consiga a sua sustentabilidade financeira, consiga atrair e reter talento, consiga investir ainda mais em ser conhecida e relevante, e assim melhorar o seu potencial de qualidade de servi\u00e7o e impacto.<\/p>\n<h4>5 ganhos r\u00e1pidos que resultam de usar software para fundraising:<\/h4>\n<ul>\n<li>Simplificar processos de doa\u00e7\u00e3o, por exemplo permitindo meios de pagamento descomplicados como o MBWAY, ou pagamentos recorrentes;<\/li>\n<li>Gerir bases de dados de doadores e envolv\u00ea-los em campanhas digitais de angaria\u00e7\u00e3o de fundos;<\/li>\n<li>Concentrar no processo do doador todas as intera\u00e7\u00f5es passadas em diferentes canais de comunica\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Monitorizar a efici\u00eancia de campanhas\/mensagens de angaria\u00e7\u00e3o de fundos e dados financeiros de doa\u00e7\u00f5es;<\/li>\n<li>Automatizar comunica\u00e7\u00f5es com doadores (pedidos ou agradecimentos, por exemplo).<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Melhorar a efici\u00eancia e o servi\u00e7o prestado<\/h3>\n<p>Todos concordamos que a rapidez de interven\u00e7\u00e3o melhora a efic\u00e1cia do servi\u00e7o, e que o erro humano \u00e9 indesej\u00e1vel no apoio a benefici\u00e1rios de uma organiza\u00e7\u00e3o social. Contudo, h\u00e1 um limite na velocidade de resposta quando toda a informa\u00e7\u00e3o sobre os benefici\u00e1rios de uma organiza\u00e7\u00e3o est\u00e1 dificilmente acess\u00edvel no momento necess\u00e1rio ou quando, mesmo que acess\u00edvel, est\u00e1 organizada de forma pouco eficiente numa l\u00f3gica de an\u00e1lise de dados. N\u00e3o ser\u00e1 tamb\u00e9m vergonha assumir que o erro humano torna-se inevit\u00e1vel quando a organiza\u00e7\u00e3o mant\u00e9m todos os seus registos em papel e caneta, em documentos Word ou Excel.<\/p>\n<h4><\/h4>\n<h4>5 ganhos r\u00e1pidos que resultam de usar software para gest\u00e3o de utentes e atividades\/servi\u00e7o:<\/h4>\n<ul>\n<li>Trabalhar numa single source of truth, com uma estrutura de dados harmonizada onde t\u00e9cnicos da mesma organiza\u00e7\u00e3o colaboram;<\/li>\n<li>Gerir bases de dados de benefici\u00e1rios e ter os dados dos seus processos acess\u00edveis num par de cliques, em qualquer hora e em qualquer local;<\/li>\n<li>Monitorizar dados estat\u00edsticos das caracter\u00edsticas dos benefici\u00e1rios e das atividades desenvolvidas;<\/li>\n<li>Automatizar processos de servi\u00e7o e de reporte, reduzindo o tempo dispendido em tarefas manuais ou redundantes;<\/li>\n<li>Garantir a seguran\u00e7a dos dados e o cumprimento das leis de privacidade (RGPD).<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Medir outcomes da interven\u00e7\u00e3o e reportar \u00e0s partes interessadas<\/h3>\n<p>Todas as organiza\u00e7\u00f5es sociais est\u00e3o obrigadas a reportar acerca das suas contas e atividades. Em cima disso, \u00e9 relativamente pac\u00edfico para a generalidade das organiza\u00e7\u00f5es sociais atualmente que \u00e9 necess\u00e1rio monitorizar o \u2018impacto\u2019 das interven\u00e7\u00f5es.<br \/>\n\u00c9 muitas vezes esta demonstra\u00e7\u00e3o que valida o servi\u00e7o prestado pelas organiza\u00e7\u00f5es e legitima campanhas de angaria\u00e7\u00e3o de fundos, o acesso a investidores sociais ou a candidaturas a financiamentos, e por \u00faltimo, e n\u00e3o menos importante, que motiva os seus volunt\u00e1rios, t\u00e9cnicos e lideran\u00e7a a continuarem envolvidos com o prop\u00f3sito da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4><\/h4>\n<h4>5 ganhos r\u00e1pidos que resultam de usar software para medir e reportar outcomes:<\/h4>\n<ul>\n<li>Visualizar e analisar os servi\u00e7os prestados pela organiza\u00e7\u00e3o (outputs);<\/li>\n<li>Definir objetivos de outcomes, e perceber o estado do cumprimentos dos objetivos com um clique;<\/li>\n<li>Interpretar tend\u00eancias e a performance das interven\u00e7\u00f5es para tomar decis\u00f5es baseadas em dados e n\u00e3o em intui\u00e7\u00e3o (ex. Oportunidades de inova\u00e7\u00e3o);<\/li>\n<li>Motivar e avaliar de forma rigorosa volunt\u00e1rios e trabalhadores;<\/li>\n<li>Reportar sem esfor\u00e7o a todos os financiadores, atrav\u00e9s de relat\u00f3rios parametrizados.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Deixo aqui alguns exemplos de quick wins que me parecem bastante tang\u00edveis e relativamente simples de implementar na generalidade das organiza\u00e7\u00f5es sociais, qualquer que seja a sua natureza. Se por um lado n\u00e3o acredito na possibilidade de haver ganhos sem um compromisso s\u00e9rio das organiza\u00e7\u00f5es (quick wins n\u00e3o ser\u00e3o necessariamente easy wins), por outro tenho a convic\u00e7\u00e3o que esse compromisso se vai materializar em resultados vis\u00edveis e em maior efici\u00eancia na persegui\u00e7\u00e3o do prop\u00f3sito das organiza\u00e7\u00f5es. Fica assim a minha palavra de encorajamento para que o leitor que lidera uma organiza\u00e7\u00e3o social &#8211; ou que quer liderar este processo de mudan\u00e7a &#8211; n\u00e3o perca mais tempo.<\/p>\n<p>O caminho n\u00e3o est\u00e1 isento de dificuldades, mas vai seguramente levar a sua organiza\u00e7\u00e3o a um patamar mais elevado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 0.8em; line-height: 1;\">Este artigo foi escrito para a 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o do livro &#8220;Vis\u00f5es da Economia Social&#8221;, uma iniciativa do <a href=\"https:\/\/sector3.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Sector 3 \u2013 Social Brokers<\/a>, em parceria com a <a href=\"https:\/\/www.fundacaoageas.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Funda\u00e7\u00e3o Ageas<\/a>.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pode ser um choque para alguns, mas n\u00e3o vejo que uma organiza\u00e7\u00e3o social seja assim t\u00e3o diferente de uma organiza\u00e7\u00e3o comercial no que diz respeito \u00e0s suas necessidades de software e, claro, nos ganhos que pode retirar de uma boa utiliza\u00e7\u00e3o das ferramentas certas. 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